7 de fevereiro de 2014

CLÁSSICOS H.B. / AIC (02): WALLY GATOR / LIPPY E HARDY / TARTARUGA TOUCHÉ





Wally Gator era um desenho animado produzido por Hanna-Barbera Productions e apareceu pela primeira vez num segmento dentro do programa "The Hanna-Barbera New Cartoon Series" em 1962. Ele dividia o programa com mais dois segmentos: um com "Lippy the Lion & Hardy Har Har" (Lippy e Hardy) e também com "Touche Turtle and Dum Dum" (A Tartaruga Touché).


Wally Gator era um jacaré antropomórfico, completamente adaptado a sua vida no jardim zoológica e também com o convívio com os humanos. Mas, apesar disso, o que ele mais gostava era constantemente tentar contornar a autoridade do tratador e guarda do parque, o Sr. Twiddles.


Sua maior ansiedade era tentar escapar do zoológico e matar sua imensa curiosidade, para investigar a cidade, as pessoas, sempre que o Sr. Twiddles dava uma “vacilada”. Ele sempre arranjava uma forma criativa de escapar do zoológico e naturalmente sempre acabava entrando em sérios problemas, principalmente quando ia de encontro à algum ser humano, que obviamente não o entendia e tinha medo dele.


Diante disso, as reações eram adversas, pois as pessoas fugiam dele ou passavam invariavelmente a perseguí-lo por ele ter lhe causado algum tipo de dano. Mas assim que o Sr. Twiddles percebia que o Wally havia escapado novamente ele pacientemente ia a sua procura, antes que alguém o machucasse e o trazia para o zoológico novamente, geralmente arrastado e contra a vontade de Wally, é claro!.




Originalmente Wally foi vocalizado por Daws Butler e o Sr. Twiddles por Don Messiack e segundo alguns autores, Butler baseou a voz de Wally Gator, num tom oscilante, inspirado na voz do pateta que era vocalizado por Ed Wynn. O sucesso de Wally Gator, assim como de outros estrelas da Hanna-Barbera, também acabou sendo comercializada em todas as formas de possíveis de mercadorias como lancheiras, brinquedos, discos, e também apareceu num único livro chamado “Little Golden Book”.


O desenho animado de Wally Gator foi apresentado originalmente nos Estados Unidos, pela rede ABC, entre 3 de setembro de 1962 a 30 de agosto de 1963, num total de 52 episódios, de aproximadamente 25 minutos, em duas temporadas.


**A DUBLAGEM AIC**


Um dos desenhos mais lembrados pela extraordinária dublagem realizada em 1963/64.
Lima Duarte imortalizou Wally Gator com um falsete primoroso para as características do personagem.

Em conjunto com Roberto Barreiros, que dublou o sr. Twiddles, formaram uma dupla inesquecível, o que enriqueceu muito a qualidade do desenho.




A direção de dublagem de Older Cazarré, que atuava também para outros personagens que surgiam, além de outros dubladores de extrema qualidade como: Waldir de Oliveira, Gastão Renné, Luiz Orioni, Waldyr Guedes, Helena Samara, etc, deixaram uma obra imortal.


Wally Gator foi exibido por diversas emissoras no Brasil: TV Tupi, Record, Excelsior, Bandeirantes e SBT, sempre acompanhado de Lippy e Hardy e da Tartaruga Touché. Entretanto, desde que os direitos de exibição ficaram com a Turner, os segmentos foram desmembrados e foram exibidos, ocasionalmente, no Cartoon Network e Boomerang.


Infelizmente, a exibição pela tv a cabo não traz os desenhos remasterizados, porém já há todos os dvds lançados nos Estados Unidos, fato inexplicável em se tratando de uma produção de Hanna Barbera.


**REVENDO A DUBLAGEM DE WALLY GATOR**


**VÍDEO 1: O fazendeiro é dublado por Magno Marino**
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**VÍDEO 2: A fantástica dupla: Lima Duarte e Roberto Barreiros**
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Lippy the Lion and Hardy Har Har era um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera Productions que contava as aventuras de uma dupla, no mínimo muito estranha ou contraditória, mas por isso mesmo, muito engraçada, formada por um leão chamado Lippy, muito alegre, prá frente e sempre tendo idéias mirabolantes.


Lippy também vivia inventando algum novo esquema para roubar ou apoderar-se das coisas alheias e uma hiena chamada Hardy, que vivia deprimida, nunca ria e vivia se queixando da vida de "Eu sei que não vai dar certo...Oh, dia Oh! céus, Oh! azar..." ou algo parecido, que na expressão original em inglês era "Oh me, oh my, oh dear"


  

Hardy sempre participava com Lippy das suas traquinagens, porém   nunca concordava e sempre, de antemão achava que a coisa não ia dar certo. Era sempre para baixo, afinal com certa razão, porque toda vez que alguma coisa dava errado, caia ou explodia sempre primeiro nele. 

A série foi originalmente apresentada nos Estados Unidos, dentro do programa "The New Hanna-Barbera Cartoon Series", dividido seu segmento com outros dois: um com a Tartaruga Touché e outro com o jacaré Wally Gator.


O programa teve um total de 52 episódios exibido entre 3 de setembro de 1962, até 26 de agosto de 1963.



**A DUBLAGEM AIC**


Assim como ocorreu com Wally Gator, outra dupla de dubladores fizeram um trabalho magnífico: Luiz Orioni dublando o leão otimista, com um tom de voz empostado, porém também descontraído e trapalhão.

Hardy, a hiena pessimista, foi mais uma primorosa dublagem de Waldyr Guedes para desenhos. Sem dúvida, a voz criada por ele foi preciosamente bem realizada, o que justifica a ter sido denominado,  na época, como "o homem das mil vozes".
Neste desenho nem se imagina que foi o mesmo dublador de Orson Wells no filme "Cidadão Kane".


**REVENDO A DUBLAGEM DE LIPPY E HARDY**


**VÍDEO 1: Older Cazarré dubla o capitão.
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**VÍDEO 2:
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Tartaruga Touché (The Touche Turtle) era um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera Productions que mostrava as aventuras de uma tartaruga chamada Touché, juntamente com o seu fiel companheiro Dum Dum, um cão muito bonzinho e que tinha o seu o amigo como o seu herói. Ele é todo branco, usa um pequeno chapeuzinho e sempre anda de cachecol, faça sol ou chuva.


Já o nosso herói é na realidade uma tartaruga que usa um chapéu muito semelhante aos mosqueteiros da época da Revolução Francesa, usa uma espadinha toda torta, em forma de z em sentido longitudinal, que no máximo consegue cutucar os seus oponentes. Os dois sempre estão juntos e participam de diversas aventuras, em diferentes épocas.

Às vezes suas façanhas envolvem outros contos infantis como a de Moby Dick, por exemplo, e em outros dragões, princesas, serpentes, flores carnívoras e até bombas voadoras.




Não importa em qual era ou tempo ele esteja, Touché sempre atende um telefone que se encontra dentro de sua carapaça e vai logo para a ação em alto brado gritandoViva Touché!!! ou então somente Tartarugaa Touché!!! saindo velozmente e muitas vezes dando de cara com alguma coisa a frente.


Dum Dum, por sua vez, sempre quer acompanhar essa saída de Touché, se prepara e quando tenta sair, acaba caindo ou se atolando numa lagoa, entre outras. Toda vez que isso acontece ele resmunga que Touché ainda não ensinou essa pra ele ou então que ele estava quase conseguindo.


 

Não importa quem seja o vilão, Touché não tem medo e parte com tudo para cima do oponente e geralmente acaba levando a pior. Quando percebe que a coisa está ficando ruim pro lado dele, ele sempre aparece com alguma idéia mirabolante, que aparentemente resolve o problema, mas no fim acaba sempre sobrando para ele. Aí o jeito é dar no pé ou aguentar as consequências.



**A DUBLAGEM AIC** 

Assim como ocorreu com Wally Gator, a mesma dupla de dubladores fizeram um trabalho magnífico: Roberto Barreiros e Lima Duarte.

Touché teve uma voz perfeitamente caracterizada para todas as situações que o personagem enfrentava. Roberto Barreiros também era outro mestre em vozes para desenhos.

Já Dum-Dum, companheiro da Tartaruga Touché, teve um falsete de difícil identificação realizado por Lima Duarte. O próprio ator, em uma de suas poucas entrevistas sobre as dublagens de desenhos, revelou que foi o personagem que mais gostou de dublar, por ter sido extremamente diferente da sua voz, podendo criar, além das características da personalidade de Dum-Dum, que sempre o divertiam.


Sem dúvida, as dublagens de Wally Gator, Lippy e Hardy e Tartaruga Touché são admiráveis e realizadas, praticamente, pelo mesmo pequeno grupo de dubladores nos idos de 1964 na AIC.


Infelizmente, alguns episódios de A Tartaruga Touché perderam a dublagem original e foi inevitável a sua redublagem.


**REVENDO UM TRECHO DE A TARTARUGA TOUCHÉ**
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**Parabéns a todos que participaram da dublagem destes três desenhos, pois demonstraram uma arte na interpretação com a voz inigualável e faz parte da nossa História da Dublagem !!


**Marco Antônio dos Santos**

2 de fevereiro de 2014

CLÁSSICOS H.B. / AIC (01): O SHOW DO ZÉ COLMEIA


Yogi Bear ou Zé Colmeia como ele é conhecido no Brasil, é o nome de um urso fictício criado pela Hanna-Barbera Productions em 1958 e apareceu pela primeira vez como um personagem secundário, num dos segmentos do programa de desenho animado denominado “O Show do Dom Pixote”, juntamente com outros segmentos de "Huckleberry Hound" (Dom Pixote) e Plic e Ploc / Chuvisco, mas devido à popularidade que o personagem conseguiu alcançar, Zé Colmeia passou a ter seu próprio programa a partir de 1961.


O seu programa também incluía outros segmentos como Leão da Montanha e o Yakky Doodle (Patinho Duque). Como a maioria dos personagens criados por Hanna-Barbera, a peculiaridade e personalidade de Zé Colméia foram baseadas em alguma celebridade popular daquela época.



Muitos autores apontam como sendo a fonte inspiradora de Yogi Bear o personagem Ed Norton (Art Carney) da série de televisão "The Honeymooners" e o seu nome Yogi baseado no astro famoso do beisebol Yogi Berra. Outros autores, no entanto, afirmam que Hanna e Barbera se inspiraram num urso tranquilo que existia no parque Yellowstone e que adorava fazer visitas furtivas nas cestas dos turistas.


Contradições à parte, o certo que a maioria dos episódios de Zé Colméia, ele aparece no Parque Jellystone, que é uma imitação "caricaturizada" do famoso Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, sempre acompanhado do seu melhor amigo Catatau, tentando ou arquitetando uma forma de roubar as cestas de piquenique dos visitantes distraídos do parque.


Geralmente Yogi Bear também se define como "mais esperto do que a maioria dos ursos". Ele é bastante alegre, usa um chapéu e não pensa em outra coisa que não seja transgredir as severas regras do parque.


Em algumas ocasiões, a noiva dele chamada Cindy aparece desaprovando esse tipo de práticas normalmente cometidas pelos ursos. Existe também o guarda florestal que conhece bem as artimanhas de Yogi e impede a todo custo as espertezas deles, cortando o barato do dois.


A relação que o Yogi tem com Catatau ultrapassam fronteiras e poderia ser comparada até com a relação de Dom Quixote e Sancho Pança. Eles são bons amigos, aventureiros e curiosos, além disso, compartilham a mesma característica de ter um líder e um seguidor.

 Catatau também é um urso, só que bem menor e de raciocínio bem lerdo. Ao contrário de Zé Colméia, ele não gosta de transgredir as regras do parque, mas devido a sua ingenuidade acaba sempre caindo na conversa do amigo e acaba participante das traquinagens junto com ele.



**A DUBLAGEM AIC**


A direção de dublagem de Older Cazarré mostrou uma extrema qualidade, assim como o tradutor adaptou expressões e nomes de forma primorosa para a Língua Portuguesa.


Older Cazarré escalou dubladores excelentes em falsetes e Magno Marino fez um Catatau inesquecível, em alguns episódios foi substituído por Roberto Barreiros, e o guarda Chico teve outro grande talento: Raymundo Duprat, também em alguns episódios substituído por Luiz Orioni.



**Aqui, o 1º episódio de Zé Colmeia, ainda dentro do Show do Dom Pixote**
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**A primorosa dublagem de Older Cazarré (Zé Colmeia) e Magno Marino (Catatau)**
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***LEÃO DA MONTANHA***


Snagglepuss ficou conhecido no Brasil como Leão da Montanha, criado e produzido pela Hanna-Barbera Productions, contando as aventuras de um leão cor-de-rosa antropomórfico, que adorava dizer frases engraçadas e muito criativas.


O personagem surgiu pela primeira vez dentro de alguns episódios  nos desenhos animados de Pepe Legal e depois começou a aparecer, como um segmento,  dentro do "Show do Zé Colmeia”, ao lado de um outro segmento: O Patinho Duque.


Snagglepuss ou o Leão da Montanha vivia numa caverna que ele tentava deixar o mais agradável possível e habitável para si próprio. Mas, apesar disso ele era um leão azarado, pois tudo que fazia acabava no final se tornando pior do já estava.

Quando o Leão da Montanha começou a aparecer dentro de episódios do Pepe Legal ele tinha a cor alaranjada, era totalmente despido e somente depois, aos poucos começou a ter a tonalidade cor-de-rosa.




Além disso passou a usar punhos de uma camisa social, gola de camisa levantada como nos anos 40, com uma gravatinha borboleta e às vezes aparece também usando uma cartola, que dependendo da ocasião é preta, verde ou outra cor qualquer.


O Leão da Montanha possui uma fala mansa sonora e foi vocalizado originalmente por Daws Butler e no Brasil por Francisco Borges, numa versão realizada pela AIC, era bastante charmoso, possuía muita elegância e era tremendamente educado.


Demonstrava ter grande conhecimento das artes e adorava fazer citações de William Shakespeare. Sua frase favorita no desenho original era “Heavens to Murgatroid”, que no Brasil ficou conhecida como “Pelas barbas de Neturno!” e suas variações, conforme o episódio e a situação.



Seus bordões também ficaram famosos como “Saída, pela esquerda”, que também poderia ser pela direita, para cima ou até para baixo. Ele as usava as variantes conforme a sua necessidade no momento, assim como o seu posicionamento ao proferir essas frases, típico de quem a qualquer momento acabaria saindo correndo.


Em diversos episódios, o Leão da Montanha tinha sempre em seu encalço um caçador baixinho, muito atrapalhado e conhecido como Major, que queria a todo custo colocar a sua cabeça como troféu em sua sala, mas naturalmente nunca conseguia, é claro!


**A DUBLAGEM DA AIC**


A dublagem de O Leão da Montanha, realizada por Francisco Borges, foi magnífica, pois conseguiu dar os tons shakespereanos do personagem, com uma voz eloquente o deixou com a imponência que demonstrava. Sem sombra de dúvida, está como um das melhores dublagens realizadas por Francisco Borges e figura no quadro das melhores realizadas pela AIC para desenhos.



O Major foi regularmente dublado por Roberto Barreiros, mas em algumas ocasiões, foi substituído por Waldir de Oliveira, o qual dividiu a direção de dublagem destes clássicos de Hanna Barbera do início da década de 1960, com Older Cazarré.


**REVENDO A DUBLAGEM DE O LEÃO DA MONTANHA**

** O Major é dublado por Roberto Barreiros e seu irmão gêmeo por Raymundo Duprat**
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**Older Cazarré dubla o personagem Sansão**
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***O PATINHO DUQUE***


Patinho Duque ou Yakky Doodle era um desenho animado criado pela dupla Hanna-Barbera e apareceu pela primeira vez em 1950, com o nome de Little Quacker, num dos desenhos de Tom & Jerry. Mais tarde quando nasceu a Hanna-Barbera Productions, eles resolveram reutilizar novamente o personagem. Deram um novo nome e tratamento, principalmente em sua personalidade, deixando-o menos ingênuo e perfeitamente hábil para reconhecer algum sinal de perigo.



Desta forma em 1960, o patinho estreou num dos episódios de “Augie Doggie and Doggie Daddy” (Bibo Pai e Bóbi Filho), que fazia parte de um dos segmentos do "Show do Pepe Legal" e em 1961, passou a ter seu próprio segmento. Originalmente a voz do Yakky Doodle foi interpretada por Jimmy Welton com um som muito semelhante ao Pato Donald de Walt Disney.


Yakky Doodle é patinho antropomórfico que passa a morar com o amigo, o buldogue Chooper, a qual ele sempre chama quando se encontra em algum tipo de perigo ou às vezes vem em socorro do patinho quando sente que algum predador está querendo jantar o seu amiguinho.


O buldogue Chopper é o melhor amigo do Patinho Duque e faz de tudo para não ferir os sentimentos do patinho, principalmente quando o patinho tenta, com muito esforço, conseguir voar novamente.


Um dos principais inimigos do patinho era, sem dúvida, uma raposa chamada Fibber Fox, possuidor de uma grande dose de esperteza e que vivia planejando diversas maneiras de capturar o patinho, mas sempre acabava sendo descoberto pelo buldogue Chopper e assim levando uma boa surra do buldogue.


Outro inimigo do patinho era um gato chamado simplesmente de O Gato, que tem um comportamento similar à raposa, sempre tentando apanhar o pobre pássaro, mas sempre acabava sendo descoberto pelo Chopper ou então pela dona da casa onde ele morava.





Havia também um vilão secundário, um jacaré chamado Alfy Gator, que tentava capturar o patinho, simplesmente, porque seu guia de gourmet recomenda um pato assado. Ele é um vilão excessivamente detalhista e muitos autores afirmam que ele foi inspirado no grande diretor Alfred Hitchcock, já que ele imita muitos detalhes dele, principalmente da série em que ele anfitrião chamado “Alfred Hitchcock Presents”.



**A DUBLAGEM DA AIC**


Um dos dubladores mais geniais para falsetes foi escalado para a voz do Patinho Duque: Gastão Renné.

Participou de diversas dublagens de desenhos de 1962 a 1967, com personagens famosos como o Batatinha da turma do Manda-Chuva, e uma infinidade de vozes em diversos episódios destes clássicos de Hanna Barbera. Infelizmente, não há registros de sua biografia e nem fotografias.


Gastão Renné desenvolveu uma voz singular para o Patinho Duque, muito parecida com a de um pato e trazendo toda a característica de um personagem muito carismático.


Chopper foi extremamente bem dublado por Waldir de Oliveira, com apenas um tom de voz bem linear para o buldogue sonolento, porém atento para proteger o seu amiguinho. Em algumas ocasiões Chopper foi dublado por Luiz Orioni.

Quanto aos vilões, a Raposa era regularmente dublada por Waldyr Guedes ou Wilson Ribeiro, O Gato por Roberto Barreiros e o jacaré Alfy Gator por Lima Duarte.



**REVENDO A DUBLAGEM DE O PATINHO DUQUE**


**VÍDEO 1: Participação de Wilson Ribeiro dublando a Raposa*
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**VÍDEO 2:Participação de Roberto Barreiros dublando O Gato.
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**O SHOW DO ZÉ COLMEIA NO BRASIL**


Exibido por diversas emissoras de tv, durante muitos anos fez a alegria da garotada com seus roteiros ingênuos e inteligentes.
Depois do evento da tv a cabo no Brasil, os segmentos foram desmembrados e exibidos isoladamente no Cartoon Network, Boomerang e Tooncast.
Infelizmente, alguns episódios de Zé Colmeia perderam a dublagem original e foi inevitável a sua redublagem.


A dublagem da AIC, destes curtos desenhos, marcou época, praticamente duas gerações e só podemos agradecer a todo o elenco que deu a alma brasileira a estes personagens !!


OBRIGADO de CORAÇÃO !!!!




**Marco Antônio dos Santos**