20 de novembro de 2011

DUBLADORES DE DESENHOS E SÉRIES DE TV (08)

**CAPITÃO ESCARLATE**

*Capitão Escarlate: Flávio Galvão.
*Capitão Blue: Marcelo Gastaldi.
*Capitão Brow: Olney Cazarré.
*Capitão Black: Magno Marino.
*Capitão Grey: Carlos Campanile.
*Coronel White: José Miziara.
*Tenente Green: Hugo de Aquino Júnior.
*Capitão Magenta: Rebello Neto.
*Doutor Fawn: Celso Vasconcellos.
*Anjo Destino: Rita Cleós.
*Anjo Rapsódia: Deise Celeste.
*Anjo Sinfonia: Áurea Maria.
*Anjo Harmonia: Joferraz.
*Voz dos Mysterons: Magno Marino (falsete).
*Narrador de abertura: Antônio Celso.


**OS  IMPOSSÍVEIS**

*Homem Fluido: Older Cazarré.
*Homem Mola: Gastão Renné.
*Multi-homem: Carlos Alberto Vaccari.
*Chefão: José Soares (o mais frequente).
*Narração e abertura: Ibrahim Barchini.


**O HOMEM DE VIRGÍNIA **

*James Drury (The virginian): Wilson Ribeiro.
*Lee J. Cobb (Juiz Henry Garth): Borges de Barros.
*Doug McClure (Tramps): Flávio Galvão.
*Gary Clarke (Brandy): Marcelo Gastaldi.
*Roberta Shore (Betsy Garth): Aliomar de Matos.
*Narração de abertura: Carlos Alberto Vaccari.


**MATRACATRICA E FOFOQUINHA**

*Matracatrica: Flávio Galvão.
*Fofoquinha: Olney Cazarré.
*Coronel Mandragão: Gastão Renné (1ª voz) e Osmiro Campos (2ª voz).


**A ESCUNA DO DIABO**

*Gary Collins (Tenente Richard Ridder): Ary de Toledo.
*Jack Warden (Major Simon Butcher): Arakén Saldanha.
*Mike Kellin (Chefe Petty): Carlos Alberto Vaccari.
*Rudi Solari (Gunner's Mate): Eleu Salvador.
*Don Penny (Charles Tyler): Flávio Galvão.
*Mark Slade (Patrick Hollis): Tony Ramos (1ª voz) e Osmar Prado (2ª voz).


**JOCA & DINGUE-LINGUE**

*Joca: Francisco Borges.
*Dingue-Lingue: Wilson Ribeiro (1ª voz) e Waldir de Oliveira (2ª voz).


**A FAMÍLIA BUSCAPÉ**


*Buddy Ebsen  (Jed Clampett): Waldyr Guedes.
*Irene Ryan  (Vovó Daisy Moses): Yolanda Cavalcanti.
*Donna Douglas  (Elly May Clampett): Deise Celeste. 
*Max Baer Jr  (Jethro Bodine): José Miziara.


**AS AVENTURAS DE RIN-TIN-TIN**

*James L. Brow (Tenente Rip Masters): Ronaldo Baptista.
*Lee Aaker (Cabo Rusty): Zezinho Cútolo.
*Joe Sawyer (Sargento "Biff" O'Hara): Marcelo Ponce.
*Rand Brooks (Capitão Randy Boone): Waldir de Oliveira.




**Fonte de pesquisa: Acervo pessoal**

**Marco Antônio dos Santos**

16 de novembro de 2011

GILMARA SANCHES E ÉZIO RAMOS







** Esta reportagem foi publicada na extinta revista "Sétimo Céu", em março de 1974.**


Como se pode observar , o casal dividia o seu trabalho entre a dublagem e peças de teatro. Nessa época, Gilmara Sanches já era uma bem sucedida diretora de dublagem, além também de participar do Programa Sílvio Santos, como jurada.

Com a grave crise econômica da AIC, ambos participavam mais das dublagens no estúdio Álamo, mas o casal dublou junto desde  o antigo estúdio Gravasom e, posteriormente, AIC.

**Aqui, um vídeo da série Além da Imaginação, onde participam, dublando ainda na Gravasom:



**Neste outro vídeo, já na AIC, o desempenho extraordinário do casal na série A Caldeira do Diabo, dublada em 1966/67:




**Conforme informações que obtivemos de diversos dubladores, Gilmara Sanches teria sido a 1ª mulher a ser diretora de dublagem na AIC.





**Colaboração: Thiago Moraes**


**Marco Antônio dos Santos**

13 de novembro de 2011

A DUBLAGEM DO FILME "MELODIA IMORTAL"




Melodia Imortal, produzido em 1956, com direção de George Sidney, traz a história do pianista Eddy Duchin, interpretado por Tyrone Power. Um filme cuidadosamente bem realizado, trazendo no elenco Kim Novak, James Whitmore, Rex Thompson, Victoria Shaw, etc.


 Embora tenha-se preparado para ser farmacêutico, Eddy Duchin chega a Nova York disposto a fazer carreira como pianista. Nesse sentido, em 1928, consegue uma vaga na Orquestra de Leo Reisman que se apresenta no Cassino do Central Park, o mais elegante 'point' noturno da sociedade novaiorquina. Com seu estilo diferenciado, rapidamente torna-se o mais popular membro do grupo e, em 1931, assume o lugar de Reisman.


No Cassino, ele conhece Marjorie Oelrichs, uma bela jovem, filha de uma abastada família da alta sociedade local. Os dois terminam se apaixonando e se casando. A felicidade do casal, entretanto, não dura muito pois, em 1937, Marjorie morre aos 23 anos de peritonite e complicações pós-parto, quando do nascimento de seu filho Peter.




Inconformado, Duchin nega-se a cuidar do filho recém-nascido, culpando-o pela morte de sua mulher. A criança é então entregue aos tios de Marjorie, que assumem sua criação. Duchin embarca para o exterior com seu amigo e agente, Lou Sherwood, em uma longa turnê.


Durante a 2ª Guerra Mundial, ele se alista na Marinha, servindo como tenente-músico no Pacífico. Nesse período, ele se dá conta do erro que cometera com o filho e tenta uma reconciliação com o mesmo, mas não tem êxito face ao ressentimento demonstrado pelo garoto.


Ao retornar a Nova York, Duchin descobre que ele é apenas um estranho para seu filho. Embora profissionalmente continue a fazer sucesso, os anos que se seguem são bastante difíceis, pois está determinado a lutar até o fim na esperança de conseguir o perdão e a confiança de Peter, agora muito ligado à Chiquita, a jovem que fora contratada para ser sua babá.

Ao procurar Chiquita, como uma forma de se aproximar do filho, os dois iniciam um relacionamento nada amistoso, por terem visões diferentes em relação à forma como Peter deva ser educado. Com o tempo, entretanto, esse relacionamento vai-se tornando respeitoso e termina em casamento.


Duchin consegue, finalmente, aproximar-se do filho e introduzí-lo no mundo da música. Os dois passam a tocar juntos. Pouco tempo depois, Duchin começa a sentir dores nas mãos e a ter dificuldades para tocar piano. O diagnóstico dos médicos é de que ele é portador de leucemia e de que tem poucos meses de vida.

Quando pai e filho tocam juntos "To Love Again", música baseada num Noturno de Chopin, Duchin sofre um novo ataque nas mãos. Este deixa o piano, permitindo que Peter dê continuidade a sua obra.




**A DUBLAGEM DO FILME**

 

Conforme pesquisamos, este filme foi dublado pela AIC entre 1965/66 e traz dubladores notáveis. Sem dúvida alguma é uma das melhores atuações do dublador Ronaldo Baptista, que consegue transmitir todo o drama e a interpretação de Tyrone Power.

Além de Ronaldo Baptista, o filme conta com Neuza Maria, Wolner Camargo, Rita Cleós, Magali Sanches, Waldyr Guedes, Judy Teixeira, Magno Marino, além de dubladores realizando pequenas pontas como Helena Samara. Não  há, em momento algum, nenhum dublador com dois personagens.

Pertencente a Sony Pictures, estranhamos o fato  de conservar esta dublagem original, uma vez que esta distribuidora, praticamente, legenda a todos os seus filmes, mas neste caso, houve uma restauração da imagem e do áudio extremamente bem cuidada.

O público fã deste estilo de filme e da dublagem da AIC , deve procurar tê-lo em sua coleção, uma vez que se trata de uma obra rara apresentada para o público brasileiro em dvd.



**ATORES / PERSONAGENS PRINCIPAIS / DUBLADORES**

Tyrone Power (Eddy Duchin):  Ronaldo Baptista.
Kim Novak (Marjorie): Neuza Maria.
James Whitmore (Lou Sherwood): Wolner Camargo.
Victoria Shaw (Chiquita): Rita Cleós.
Mickey Maga (Peter Duchin): Magali Sanches




A dublagem de todos é excelente, cada dublador assimilou perfeitamente o perfil psicológico de seu personagem. Ressaltamos aqui, também a dublagem de Magali Sanches para o adolescente Peter, com problemas psicológicos, a sua dublagem é exemplar.

Quando ouvimos todo esse elenco de vozes notáveis neste belo trabalho, devemos agradecer a todos que participaram, pois com certeza é um legado para as gerações futuras, que queiram visualizar como era feita uma dublagem magnífica na década de 1960. Esta dublagem deveria ser referência para os estudantes de cursos de dublagem aprenderem, não só a sincronia, mas, sobretudo, a interpretação !

Não conseguimos identificar o diretor de dublagem do filme, mas fez um verdadeiro trabalho de mestre ! Uma obra-prima da Arte Industrial Cinematográfica São Paulo !!


**Aqui, temos 3 vídeos do filme, com dubladores diferentes:


**VÍDEO 1:  NEUZA MARIA e RONALDO BAPTISTA.
video


**VÍDEO 2:  WOLNER CAMARGO e RONALDO BAPTISTA.
video



**VÍDEO 3: RITA CLEÓS e RONALDO BAPTISTA.
video


**Fonte de Pesquisa:

*Entrevista com o dublador Ronaldo Baptista.
site "E o Vídeo Levou".




**Marco Antônio dos Santos**

4 de novembro de 2011

DUBLAGEM INESQUECÍVEL (11): BONANZA



INTRODUÇÃO: A história percorrida pela série Bonanza na tv brasileira é bem confusa. Há dados conflitantes, sobretudo com relação à dublagem que a série recebeu. Além de revistas da época, nos baseamos numa conversa que tivemos com o falecido dublador Rodney Gomes em 22/11/1994 , o qual sempre dublou o ator Michael Landon nos diversos estúdios que o seriado foi dublado.


Em 1959, a tv a cores chega aos lares americanos, contudo as produções eram caríssimas e pouquíssimos programas eram produzidos. As séries de tv, devido ao seu custo, permaneceram todas ainda em preto e branco, mas após a aprovação do seriado, os produtores partiram para um sonho: transformar Bonanza na 1ª série de tv produzida a cores. Para essa realização foram buscar patrocinadores, mas a grande maioria não queria arriscar tanto dinheiro numa série sem a certeza de que haveria sucesso.

Mas, a RCA Victor aceitou o desafio e bancou a produção colorida, mais trabalhosa, com câmeras mais caras e uma outra iluminação e cenários mais aprimorados. Assim, Bonanza estreou nos Estados Unidos , a cores, e se manteve  nos 5 primeiros lugares de audiência durante 7 anos consecutivos.

A série narra as aventuras da família Cartwright, na proteção de sua fazenda, Rancho Ponderosa, dos invasores e de outros perigos, situada em Virginia City e pouco tempo depois do término da guerra civil norte-americana. A série também tratou de temas como problemas raciais, condição da mulher naquela época, problemas psicológicos, alcoolismo e matadores de aluguel.


Ben Cartwright era o patriarca da família, viúvo, fora casado três vezes e desses relacionamentos teve três filhos, Adam, Hoss e Little Joe, cada um com uma esposa diferente. Criou seus filhos sozinho, era tido como um homem justo, trabalhador e muito respeitado por todos.

**Dublado por Garcia Neto**


Ben foi interpretado pelo ator canadense Lorne Greene. Depois de Bonanza participou também de outras séries, como Galactica, Código R/Fogo, entre outros, com sucesso. Faleceu em setembro de 1987, aos 72 anos, vítima de pneumonia.

Adam (Pernell Roberts), era o filho mais velho de Ben e também o mais sério e introspectivo dos irmãos, e gostava sempre de vestir-se de preto. Apesar dele receber mais cartas das fãs na época, ele sempre estava insatisfeito, se queixava da série e se retirou ao término da 6ª temporada.



   **Dublado por Carlos Campanile**


A produção já sabia que o ator não ficaria por muito tempo na série, dessa forma o ator Guy Williams (Will Cartwright) começou a participar de diversos episódios, sendo um sobrinho de Ben Cartwright, o qual substituiria Pernell Roberts definitivamente, uma vez que o ator demonstrava a sua insatisfação com a série e com o  personagem. Entretanto, em 1965, Guy Williams acabou assinando contrato com a Fox para ser o Prof. Robinson na série Perdidos no Espaço, o que invibializou totalmente o personagem, o qual nunca mais retornou para visitar seu tio e primos.


A saída de Pernell Roberts da série não chegou a afetar a audiência, mas mesmo assim os produtores resolveram aumentar a participação de alguns personagens. O personagem do Xerife Roy Coffe (Ray Teal), por exemplo, tornou-se mais assíduo nos episódios. Pernell Roberts fez diversas participações em outras séries, vindo a falecer em janeiro de 2010.


**Dublado por Carlos Alberto Vaccari**


Hoss (Dan Blocker), era o filho do meio, um grandalhão, com uma força descomunal, mas extremamente bondoso de coração. Entre o final da 13ª e início da 14ª temporada da série, em maio de 1972, o ator Dan Blocker, veio a falecer, aos 43 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.

Michael Landon interpretava Little Joe (Pequeno Joe), o filho menor, corajoso, rápido no gatilho e muito mulherengo. Com o passar do tempo tornou-se mais inteligente, mais maduro e cauteloso.


**Dublado por Rodney Gomes**


Após a série Bonanza, Landon tornou-se um bem sucedido produtor e diretor, assim como tornou-se um ator bem popular, produzindo, escrevendo e dirigindo episódios das séries Os Pioneiros e O Homem que veio do céu, com muito sucesso. Michael Landon faleceu em 1991, vítima de câncer.

 Com a morte de Dan Blocker (Hoss), em 1972, os produtores tentaram outras modificações para manter viva a série.

A morte de Blocker foi como um golpe de misericórdia, parecia que algo fora retirado da alma do seriado. A audiência continuava a despencar e em janeiro de 1973, foi finalmente cancelada. Bonanza teve 14 temporadas, 431 episódios e é até hoje considerada a segunda maior série de teve no gênero western, perdendo somente para o seriado Gunsmoke, com 635 episódios em 20 temporadas.


A SÉRIE NO BRASIL


Com o sucesso nos Estados Unidos, a extinta TV Tupi do Rio de Janeiro decidiu exibir Bonanza.  Aqui há um fato curioso: a TV Tupi do Rio de Janeiro tinha uma certa autonomia em sua programação com relação à TV Tupi de São Paulo, assim a emissora carioca adquiriu os direitos de exibição e, os episódios eram transmitidos primeiramente no Rio de Janeiro, vindo de avião para São Paulo para a exibição para a outra semana, isso ocorria também com outras cópias que seguiam para outras capitais. Bonanza estreou em 1963, aos sábados, em horário nobre, 21h.
A série também foi um grande sucesso no Brasil e a TV Tupi do Rio de Janeiro exibiu as 3 primeiras temporadas da série até meados de 1966, reprisando alguns episódios.

Com a parada da exibição da série, a TV Tupi de São Paulo começa a receber pedidos para o retorno das aventuras da família Cartwright, assim, já agora através de São Paulo, a TV Tupi adquiriu mais uma nova temporada, a 4ª, e foi mais um sucesso garantido por mais alguns anos, inclusive reprisando as 3 temporadas iniciais.

Por volta de 1970 a série parecia já não estar mais no gosto dos telespectadores brasileiros e fica fora do ar até 1972 ou 73, quando a TV Record decide trazê-la novamente . A TV Record, com receio de que a audiência não fosse grande, resolveu trazer mais uma temporada de Bonanza (a 5ª), anunciando ao público como episódios inéditos. O resultado foi novamente um sucesso, fazendo com que a TV Record exibisse novamente todas as temporadas já dubladas e a série ficou na emissora durante alguns anos da década de 1970. Há dados que a série teria somente saído do ar em 1977, com a exibição da novela O Espantalho de Ivani Ribeiro.

Alguns anos mais tarde, por volta de 1983/85, Bonanza retornaria à TV Record na sua Sessão Bang Bang, porém com a crise da emissora, a série já não foi exibida na íntegra, exibindo apenas as 2 últimas temporadas dubladas.

Desde 1985 a série desapareceu das emissoras abertas e mesmo com o advento da tv a cabo, somente em 2011, o canal TCM exibe a série com legendas.




A DUBLAGEM DE BONANZA

A dublagem da série, infelizmente, não existe mais. A distribuidora responsável, Brás Continental, era a mesma de séries como Missão Impossível, Jornada nas Estrelas e, com a sua falência, o áudio foi totalmente apagado.
O que temos ainda, atualmente, é por via de colecionadores que conseguiram conservar alguns episódios e até já introduziram o áudio na imagem americana.

A dublagem inicial de Bonanza foi realizada pelo estúdio Peri Filmes, por volta de 1961/62, uma vez que foi a TV Tupi do Rio de Janeiro que adquiriu os direitos para exibição. Segundo Rodney Gomes, todos estavam ainda sem saber ao certo o que seria “uma dublagem”, mas contou com excelentes profissionais como: Miguel Rosenberg, Gualter de França e Ribeiro Santos para Ben Cartwright,  Joaquim Luís Motta e Milton Gonçalves para Hoss, Isaac Bardavid para Adam e Rodney Gomes para Little Joe.
O estúdio era muito pequeno, mas o trabalho desses profissionais foi excelente, apesar do áudio possuir problemas técnicos. A Peri Filmes dublou as 3 primeiras temporadas de Bonanza.

Já com a TV Tupi de São Paulo, a série foi dublada pela AIC, onde Rodney Gomes estava na época dublando o personagem Robin. Foram escalados Garcia Neto (para Ben Cartwright), Carlos Alberto Vaccari (para Hoss), e Carlos Campanile (para Adam). Segundo o próprio Rodney Gomes, essa dublagem foi realizada entre 1967/68.
A AIC dublou a 4ª temporada de Bonanza.

A dublagem realizada na AIC reuniu um elenco fixo excelente, perfeito para a interpretação da personalidade de cada personagem. Como sempre, mais uma dublagem da AIC de extrema qualidade, a qual nos deixa saudades pelo brilhantismo de todos os profissionais, inclusive até dos dubladores convidados para cada episódio.

Já, posteriormente, houve outra dublagem de Bonanza, da 5ª temporada, pelo estúdio Peri Filmes / RJ, no início da década de 1970. Detectamos os dubladores: Ribeiro Santos (Ben Cartwright), Rodney Gomes  permaneceu dublando Michael Landon (Little Joe) e Milton Gonçalves (Hoss).

Infelizmente, mesmo tendo sido dublada em 2 estúdios diferentes, a perda da dublagem de Bonanza é mais um descaso com a dublagem brasileira. Todo o trabalho de tradutores, técnicos, dubladores, do início da dublagem brasileira foram literalmente jogados no lixo!! O trabalho desses profissionais fica no banco do esquecimento da arte brasileira.


**VAMOS REVER 2 EPISÓDIOS COM A DUBLAGEM AIC**



**VÍDEO 1**

**Participação do dublador Nelson Batista*




**VÍDEO 2**


**Fonte de Pesquisa:  Revistas Intervalo / junho/65 e setembro/67.
Entrevista com o dublador Rodney Gomes em 22/11/1994.
Revista TV Guide – março/ 1965.
Site TV Sinopse.


Acervo Pessoal.


**Marco Antônio dos Santos**